É sim, eu odeio o fato dessa Maria me amar tanto. Odeio quando diz: "minha filha, não faz isso", "minha filha, não vai que vai acontecer...", “minha filha, para com isso”, entre mil e outras coisas que ela diz. Odeio mais ainda quando diz: "não quer? solta então, que vai ter quem queira". Odeio o fato de me preservar das experiências ruins que eu possa ter e mesmo quando não me preserva, ela faz o quê? Me avisa: "minha filha, não gostei muito dela", "minha filha, não acho que isso vá dar certo", "minha filha, ...". Odeio o fato de estar sempre certa. Odeio também o fato de estar aqui mentindo e dizendo que "odeio" essas coisas que ela faz.
Na minha verdade nua e crua, eu simplesmente amo ouvi-la dizendo isso. Mas mesmo assim odeio quando ela diz assim: "minha filha, agora não que eu estou ocupada", ou então quando me acorda e diz: "minha filha, acorda senão você não dorme bem à noite e você está cheia de deveres pra fazer". Odeio quando reclama dizendo que não conto nada para ela, quando diz que é impossível o que eu estou dizendo ser verdade, quando diz que vai pensar sobre alguma coisa que eu pedi. Odeio quando pergunto o que quer de presente e você diz assim: "uma filha obediente por um mês", "que você não xingue tanto por um mês", "que não responda ninguém por dois meses". Odeio. Odeio. Simplesmente o-d-e-i-o.
Mas mesmo com tantas coisas que eu possa odiar em você, você é a minha Maria. Minha mãe. A profissão mais difícil de ter 100% de sucesso no mundo, e você minha Maria, tem 101% de sucesso sempre, até mesmo quando erra, até mesmo quando não me ouve quando quero, quando fala demais ou de menos, até mesmo quando qualquer coisa é motivo para não ser ou não ter, enfim, você é mãe, ou melhor, ou pior, você é minha mãe. Por isso, tem bônus quando o assunto é êxito.
E quando eu paro para pensar em o que eu poderia tentar lhe dizer que expressaria minha real gratidão, meus pensamentos se esvaem. Mas mãe, tudo que você me ensina, diz, eu juro que eu escuto e tanto escuto que quando eu tenho a oportunidade eu sempre digo: "mas ó, minha mãe me ensinou que a melhor coisa, maneira pra resolver isso é...", "ó, minha mãe me ensinou que a gente tem que lidar com essas coisas agindo...".
Minha mãe acha que sabe tudo sobre mim, mesmo eu deixando de mencionar alguns fatos ou acontecimentos. O pior é que ela sabe mesmo e mesmo quando não sabe, descobre.
Eu finjo que minto e minha mãe finge que acredita. Foi assim até algum tempinho e como é normal acontecer, as coisas mudaram. Até coisas demais, diga-se de passagem. Mas mesmo assim mantemos nossa cumplicidade, nosso carinho, nosso colo, nossos ombros, nossos ouvidos sempre ao dispor uma da outra e agora mais do que nunca.
Hoje se eu posso agradecer por alguma coisa, é por você ser a MINHA mãe. É por você ter feito tantas coisas e continuar fazendo. Pelo seu silêncio, pelo seu barulho, pelo seu veto, pela sua permissão, pela sua benção de todos os dias, pelas suas palavras, pelos seus conselhos, pelos seus beijos, pelos seus abraços, pelos seus sorrisos, pelas suas gargalhadas, pelo seu choro, pela sua preocupação, pela sua coragem, pela sua força, por muito menos, por muito mais.
Penso eu que papel exerce uma mãe, se não viver em pró da sua cria? Ah, mãe, acho que nem você consegue responder isso.
Nem se eu fizer tudo que estiver ao meu alcance eu sei que não poderia lhe retribuir tudo o que você significou e significa, que fez e fará, que foi, é e sempre será pra mim. E tenho certeza mais que absoluta, se é que isso é possível, de que você vai dizer que é só eu atender os seus pedidos, ser mais cúmplice e chegar mais junto já ajuda.
Ah mãe, como se eu não te conhecesse ...
jú cavalcante
são apenas bobeiras, você não vai querer saber.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Ô MANHEEEEEEEEEÊ!
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Cavalcante
E lá se foram mais trinta dias arrastados sem você e a sensação de que você vai atravessar a porta e se jogar no chão pra falar com a Mel ainda é grande. Acho que eu quero, eu faço questão de, acreditar nisso. Penso que muitas dores, muitas situações, muitas e muitas coisas mesmo não aconteceriam se você estivesse aqui comigo. Tenho certeza que eu estaria bem melhor se você estivesse aqui e não seria só por você estar e sim por não só simplesmente estar. Nunca me negou nada nessa vida e sempre quis me dar mais e mais. Desculpe-me as lágrimas presas, não quero que ninguém veja e nem ouça nada, por mais que isso piore minha situação, eu prefiro assim.
Desculpe-me novamente por ainda não aceitar e fazer disso tudo ainda pior e mais dolorido do que já é por si só. Desculpe-me também pela falta de vontade das coisas, mas é que tá complicado, sabe pai. Não vou ver mais a sua carinha de paraíba, nem ver você pela porta entre-aberta do quarto. Não vou mais ver seu sorriso, nem ouvir suas reclamações, suas histórias, dos milhares de lugares que você conhecia, de tantas coisas que você tinha pra me ensinar. Você não vai ver meus dezoito anos, minha formatura no técnico, minha entrada na faculdade, minha saída dela, minha luta pra vencer que seria muito mais fácil se você estivesse aqui. Não vai ver a casa pronta, nem usufruir dela com a gente. Não vou mais poder reclamar das suas músicas tocando alto, nem mais ouvir você falando para eu parar de agarrar o thiago. Vão ser tantas coisas faltando por mais longos e longos tempos que vão se arrastar. Tudo bem, tudo bem, eu sei que você vai ver isso tudo, mas com certeza pai, não vai ser do jeito que eu, eu e nem ninguém, queria. Não vou mais poder "brincar de reclamar" em gastar uns trocadinhos comprando alguma coisa do Vasco pra você. Não vai ver seu "fio desencapado", seu "nó cego" crescer. Não vou mais ouvir você arrastando o pé para andar, com aquela cara de moribundo tipo a minha quando acordo, sabe. Ai, pai, vai ser tudo tão, tão diferente agora. Não queria crescer assim, ainda mais sem você aqui. A gente tá indo, sabe. Mas indo quase parando, por mais que a gente tente se apoiar pra não cair, parece que tem sempre alguma de nós encostando no chão, e mesmo que seja desculpa para tomar impulso para não mais cair, às vezes não tem muito êxito.
Queria sonhar com você, mas não tenho conseguido nem dormir e quando fecho os olhos, parece que petrifico e acordo por algum motivo que desconheço. Tenho até me petrificado menos, entretanto, chorado mais. Me sinto emotiva com tudo e sem emoção pra nada, absolutamente nada. Não tenho servido de companhia nem pra mim. Eu tento ir em frente, tento mesmo, de verdade, mas cá entre nós eu tenho mesmo é vontade de jogar tudo para o alto, chutar o balde e que se dane tudo. Tem bastante gente me dando força, mas parece que nada vai me bastar, dessa vez, nada vai me suprir essa dor. Como pode se outro dia você estava me levando para comprar flores para a minha vó e agora ta aí com ela. Tão rápido, não deu nem tempo de me despedir. De um último beijo, abraço, uma última bênção, brincadeira, uma última qualquer coisa que fosse, só para eu não me sentir assim, vazia, mais uma vez.
Por mais que eu queira me jogar no colo da minha mãe para chorar um pouquinho que fosse, eu não vou conseguir ouvir ela dizendo assim: "ah minha filha, não faz isso com a mamãe não ...". Na verdade, nem no colo dela, nem no de ninguém. Parece que uma coisa pesada tomou conta de mim sabe, é tudo estranho demais. Olhando algumas fotos, eu ainda sinto que você só tá trabalhando e logo logo volta pra casa, como sempre foi. Mesmo longe, estava perto.
O que me resta são seus ensinamentos; toda educação, carinho, caráter, entre outras coisas que você me passou. Isso que eu vou poder levar comigo, lembranças. Jamais esquecer do seu sorriso, da maravilhosa pessoa que você é. Ótimo pai, marido, amigo, companheiro, filho, irmão. Ótimo tudo. E é tudo mesmo. Ás vezes ainda cismo em cultivar o pensamento de como Deus é egoísta. Porque ele nem me deu mais um tempinho nem com a vó e nem com você. Ele só quer os bons com ele e num deixou nada pra mim. Mas deixa isso pra lá, que é asneira da minha parte. E pai, obrigada por tudo. Tudo mesmo. Desculpa qualquer coisa que eu fizer ou disser. Dá uma forcinha, reza por mim, reza comigo. Vou cultivar a lembrança, disso você pode ter certeza. Você não faz ideia da falta que você faz. Sinto muita saudade também.
Eu te amo, meu velho. Meu velho.
domingo, 7 de novembro de 2010
Céu Brilhante, Motivo Único*
E toda vez que eu penso que estou fraca e vulnerável à maldades ou seja lá o que for, ela aparece e brilha. Jura que vai passar e eu acredito, só porque é ela quem diz, só porque eu acredito no que ela diz, só porque ela é mais que o tudo pra mim.
Hoje eu não saberia como seria minha vida sem o seu brilho, sem sua certeza, sem sua firmeza e força. Eu caíria, sem dúvidas. Eu não acreditaria nas coisas. Eu seria menos eu se não fosse você ao meu lado. Seja isso uma dívida, uma troca ou seja lá o que for, alguém que eu muito amo me confiou à você; alguém além de mim, sabe que você é o melhor, é o meu melhor. É minha paz.
E novamente eu venho lhe agradecer por mais uma vez ter segurado a minha mão, ter me feito cafuné, por ter me confortado. Você é íncrivel. Você é minha estrela!
Obrigada por brilhar no meu céu, obrigada por não deixar que exista uma nuvem se quer, obrigada por iluminar meus dias, minhas tardes, minhas noites ...
Obrigada por me proteger, obrigada por mim, obrigada por nós.
domingo, 31 de outubro de 2010
Para Declarar Minha Saudade
Se Maria Rita canta uma canção para declarar sua saudade, eu te dedico minhas singelas palavras, mais uma vez, com o mesmo intuito ... declarar a minha saudade. Saudade essa que corrói quando eu menos espero, saudade essa que me aperta o peito quando eu menos quero, saudade essa que me invade de um modo que eu supero, ou tento, ou finjo.
As vezes me seguro para não soltar coisas rotineiras, como ligar para sua casa e meus padrinhos atenderem e perguntar como você está, mas se você não mais está, isso não dá pra fazer. Na verdade está, porque simplesmente eu sei que está. Desde quando o material prova alguma coisa? Eu sinto, eu sei que você está por perto, sempre está comigo e com todos. Não queria de maneira nenhuma que alguém sentisse isso que eu sinto quando o peito aperta e quando os olhos lacrimejam ... vem um nó na garganta que sempre volta por simples falta de opção. É de noite que dói, é de noite que a saudade aperta e aqueles pinguinhos salgados caem pelo meu rosto, mas não é tristeza não vó, é só saudade. Saudade de um carinho que ninguém vai fazer igual, saudade de um beijinho que ninguém vai dar igual, saudade de alguém que ninguém vai substituir.
E já se passou um mês. Parece não ter caído a ficha, mas a solidão abusa tanto ...
A dor demonstra ser mais forte ainda naquela que é minha fortaleza e quando essa diz tudo que cisma em prender, me tira o chão e me derruba sem nem mesmo eu ter onde cair. E daí me vejo sem ação, sem o que fazer, mas eu abraço e dou colo, quando talvez seja eu quem precise disso, mas não importa, uma hora isso ia acontecer e eu sei que vou estar sempre para dar abraços e colos e carinhos e tudo que for preciso.
Eu vou estar porque é esse o meu papel, é isso que eu devo fazer e eu sei que é isso também que você iria pedir para ser feito. Eu sinto sua falta a cada momento que posso e que não posso. É muito difícil fechar os olhos e lembrar da cena que eu menos queria ter de recordação. Mesmo com sua aparência tranquila.
Me dói saber que eu não pude me despedir, só porque eu te esperava de volta em casa e jamais pensaria em despedida. Se era pra acontecer ia acontecer mais cedo ou mais tarde. Se foi o melhor pra você, eu não tive escolhas a não ser aceitar a opção de alguém bem mais grandioso que eu, sem dúvidas.
E só me resta te pedir forças. Forças pra eu conseguir apaziguar meu coração, minha cabeça, meus pensamentos. Mas é que só de imaginar já me dói e a respiração me falta. Eu sei que Deus só dá pra nós o peso que ele sabe que nós podemos carregar, mas às vezes eu penso que ele me subestimou demais ...
"O seu sorriso vale mais que um diamante."
sábado, 30 de outubro de 2010
Às Vezes Acontece Comigo
Mas é alguma coisa que não me é nova que me enforca, me esgana, me sufoca por algum motivo, por algum sentimento, por algo que não deveria mais existir e nem por isso eu me culpo, e nem por isso eu deixo de sentir e dar permissão para que me invada e se manifeste em breves palavras. Já me faltam dedos para contar casos e acasos, histórias, sentimentos e desejos que tenho e que tive e que eu também coloquei no baú que foi arremessado na imensidão interior que existe em mim.
Mas que dá vontade dá de jogar tudo pro ar e ir embora com você, pra ser o seu amorzinho, ganhar milhões de beijinhos e nos seus braços me prender ...
Já disseram os sábios, o que um não quer não significa que o outro tenha que desistir de fazer. Se eu deturpei o velho ditado, desculpem minha audácia, mas eu sou gorda e comigo funciona assim. Tenho meus limites impostos e bem reforçados, não preciso passar por cima de ninguém, nem destruir nada para alcançar algo, muito menos omitir fatos. Cada um se defende com as armas que pode, que têm ou não. Eu tenho lá minhas frases engasgadas que só se encontram engasgadas por minha única, minha tão grande culpa e incapacidade de falar quando deveria falar, mas me calei e dei as costas. Ainda agora poderia chorar de saudade, pois só eu sei a falta que você me faz, só eu sei do quanto eu preciso de você, só eu sei o tamanho do vazio que você deixou, só eu sei que ninguém vai ocupar a lacuna que você me deixou como lembrança. Você me configurou e me desconsertou. Um velho amor pode destruir e construir coisas maiores ainda. Uma paixão antiga vale por milhares de amores construtores, chefe de obras, peões ...Não me interessa o que esse amor possa lhe oferecer, possa fazer por você, possa te suprir, o que me interessa e o que eu faço questão de remoer é o que eu deixei de fazer por nós. A casa é nossa e a rua é minha. As lembranças são nossas, mas a dor sempre, sempre foi minha. Sempre será minha e não faço questão de compartilhar nada mais que isso. Sempre me fez promessas malucas, tão malucas e tão falsas e tão bem feitas que eu só tinha o dever de acreditar e sonhar um sonho bom, onde tudo era verdade, principalmente você.
Em um primeiro momento era uma grade solta num canto e duas bocas que se faziam uma em um único beijo, em vários beijos, durante muito tempo. Fiquei em seus braços pois não tinha forças para levantar e caminhar, sem olhar para trás. Perco o foco quando o assunto é você e me pego dizendo e repetindo as mesmas coisas de sempre. Que seja feita de palavras repetidas, mas só queria registrar que você me faz bem e sinto saudades de você.
Hoje ela bateu forte e com intenções eu me dediquei a soltar algumas já conhecidas palavras, mas agora, tanto faz. Estávamos condenados naquela fase, mas agora já passou, perdemos a metade cada um mas, continuamos muito bem, obrigado.
Minha verdade diz que não existem finais que se destinem a mim, e sim, novos recomeços. Sendo assim, que recomecemos novamente.
domingo, 12 de setembro de 2010
Meu Conto
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E conversávamos sobre contos de fadas ...
Quando minha fada madrinha disse que princesas são sempre roubadas de seus respectivos principes, acreditando em convicções toscas e absolutamente utópicas, quando na verdade tudo não passa de simplesmente testes. Exatamente, testes.
Aaaah se eu fosse um princesa. Aaaah se eu tivesse um príncipe e dele fosse roubada. Aaaah se eu pudesse viver as aventuras de um sentimento bandido, quem me dera ...
Pisando em meu desinteressante mundo real, vejo que não sou uma princesa, vejo que realmente já beijei sapos esperando que eles virassem príncipes, já tive meu príncipe, na verdade, ainda tenho, mas fui roubada, sem ao menos ter direito de recusa, fui roubada e assim afastada de meu castelo e de minha linda história de amor. A construção de um final feliz talvez venha das emoções de um sentimento a parte.
Um comentário e um longo texto a ser escrito ...
Tudo bem meu príncipe, está tudo bem, um dia esse sentimento bandido cai do cavalo e rola pelo chão, será minha oportunidade de correr de volta para os braços de quem eu sei que tem papel importante no meu conto, no meu reino, no meu final feliz.
Deve ser porque o dono desses mesmo braços a que se dará meu regresso, seja de fato, o meu final feliz.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Não Sei Porquê
Outro dia se arrasta e quando eu me pus para ouvir essa música, não tive chance de não pensar em você, de não pensar em tudo que aconteceu, de tudo que acontece, de tudo que está e que não é. Eu não sei porquê, eu realmente não sei por que conheci você quando eu não queria, por que me envolvi quando eu não deveria, e por que eu não estive quando eu deveria estar.Talvez eu sempre faça a coisa errada, mas eu ouvi dizer que as coisas iriam mudar, eu não sei precisar o que exatamente, mas não sei se dar ouvidos a isso seria o certo, menos ainda se ignorá-los resolveria alguma coisa.
Eu tive opções e escolhi você como meu desastre, com tantos furacões, com tantas enxurradas e abalos, eu escolhi você e nem sei porquê. O tempo virou e me deu as costas, as perguntas são as mesmas e a falta de respostas também. A história é outra, o rosto é outro, o beijo é outro, mas se tem um começo inevitavelmente haverá um fim. Preciso aprender a esquecer, a perder, a gritar ... mas se foi um erro, só espero poder consertá-lo. Era cedo amor, muito cedo, talvez não fosse, talvez seria, mas iremos saber e descobrir isso juntos conforme o tempo passar. Não sei porque jogos essas palavras mal elaboradas com alguma finalidade desconhecida, talvez eternizar os sentimentos mais atordoados que posso cultivar, que eu talvez queira cultivar, talvez muitas coisas, talvez absolutamente nada.
O fato é que houve sim algo bem grande que não se perdeu. Infelizmente eu não mando no coração, mas meu mundo dá voltas e as minhas verdades que ainda não foram gritadas aos sete ventos são incontestáveis. E de fato, o mundo dá voltas, escolhas caem pelas minhas mãos a todo o momento, e eu sei, eu sei porque simplesmente sei, que você ainda vai ser a minha escolha certa, o meu acerto, e meu vendaval.
Mas amor, só digo isso porque as músicas cantaram primeiro ...
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